O comunicado sublinhou que a alta delegação da Cedeao realizou encontros em que os militares prometeram desistir da tomada do poder e, sob a coordenação da entidade, fazer preparativos para a recuperação da ordem constituicional, o mais breve possível. A entidade se recusa a reconhecer o poder do exército da Guiné-Bissau ou o processo de transição liderado pelos militares. A Cedeao apelou, novamente, pelo cumprimento das promessas.
O exército de Guiné-Bissau desencadeou um golpe de Estado na noite do último dia 12. O alto escalão do governo, incluindo o presidente interino e presidente do Assembleia Nacional, Raimundo Pereira, e o ex-primeiro-ministro e candidato à presidência do país, Carlos Gomes, foram detidos pelos militares.
Tradução: Lucas Xu
Revisão: Camila Olivo



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