Ele disse que fez tudo não apenas pela arte, mas também para conservar retratos dos últimos nômades mongóis da China. Para conquistar o sonho, ele desistiu de administrar seu estúdio de fotografia na cidade, que foi deixado sob os cuidados de sua esposa, e viveu solteiro na pradaria. O resultado são 200 mil negativos de fotos da pradaria e de pastores.
A trajetória de A Yin foi amplamente reconhecida. Suas obras já foram exibidas na sede da ONU em Nova York, na França e em outros países. Em 2009, ele fez uma síntese de seus trabalhos nos últimos anos, publicando a coleção de fotos "Mongóis Nômades da China". O livro inclui cem fotos meticulosamente selecionadas e introduções sobre a cultura mongol com 40 mil caracteres.
Com as façanhas já alcançadas, A Yin é muito modesto. Ele disse que a vida é curta, mas as fotos podem ser permanentes. Sua tarefa ainda é muito pesada e o caminho, muito longo. "Quero acompanhar firmemente os nômades", afirmou.