Além de dar tempo a uma aproximação lenta e gradual de pai e filha distanciados, o que o filme tem de mais interessante é a incorporação de incidentes aparentemente banais do cotidiano do sr. Shi.
Os mais curiosos são suas conversas com alguns norte-americanos, como uma dupla de jovens mórmons que o visita para convertê-lo, e também, com uma imigrante iraniana (Vida Ghahremani). Cenas como estas evidenciam, sem discursos e com um fino humor, o quanto qualquer cultura é relativa e, às vezes, contraditória.