"Atualmente, os consumidores chineses são relativamente mais jovens do que os clientes das empresas de luxo de outros lugares do mundo. A maioria deles tem de 25 a 35 anos de idade", explicou Lui. "A mobilidade é a outra razão. Muitas pessoas têm rendimento crescente. Talvez ontem elas ainda não tivessem dinheiro para produtos luxuosos, mas em até três anos, elas vão ter capacidade para comparar produtos de grife."
"Os consumidores chineses também são reconhecidos por serem aventureiros e impulsivos", disse David Wolf, presidente do Wolf Group Ásia, uma empresa corporativa de consultoria em Beijing.
O Grupo de Consulta de Bóston ainda aponta que o número de famílias com alto vencimento líquido aumentará de 417 mil yuans a 609 mil yuans no próximo ano, quando a competição entre marcas luxuosas vai se expandir pelas cidades em desenvolvimento da China.
No entanto, a pesquisa não entende a China hoje como um mercado de luxo internacional nem tampouco mencionou qual país lidera o ranking mundial.