O presidente do "Conselho Nacional de Transição" da Líbia, Mustafa Abdul Jelil, afirmou ontem (29) que Gaddafi ainda é uma ameaça ao país, e até para o mundo. A afirmação foi feita no Catar durante a reunião entre ministros da Defesa de vários países, na qual Jelil apelou à Otan para que não cesse as operações na Líbia. O chefe das ações militares da organização no país, o general Samuel J. Locklear III, garantiu que a ofensiva será mantida até 27 de setembro.
Os caças da organização têm feito bombardeios intensos nos últimos dias conta Sirte, cidade onde nasceu Gaddafi, destruindo dezenas de carros e instalações militares, em apoio a ofensiva da oposição.
A União Africana apelou pelo fim dos conflitos armados, afirmando estar disposta a receber o governo transitório da Líbia e dar a ele o assento antes ocupado por Gaddafi.
O Ministério dos Assuntos Exteriores da Argélia divulgou à imprensa que a esposa de Gaddafi, Safia, a filha Aisha e os filhos Hannibal e Mohammed cruzaram a fronteira do país com a Líbia ontem às 8h45.
(por Sônia Qiu)



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