Por meio de um porta-voz, Gaddafi afirmou que continuará incitando a revolta popular contra seus inimigos, garantindo que o regime ainda tem força para "lutar por semanas, meses e, até, anos".
Na mesma quinta-feira, os rebeldes cercaram o edifício onde estão Muammar Gaddafi e um de seus filhos, e trocaram tiros com as forças armadas governamentais. Segundo o presidente do Conselho Nacional de Transição, Mustafa Abdul Khalil, os conflitos na Líbia deixaram mais de 20 mil mortos.
O regime de Gaddafi ainda controla as cidades de Soult e Sabah. A oposição já mudou seu centro de comando de Benghazi para Trípoli.
O secretário-geral da Liga Árabe, Nabil Elaraby, anunciou o reconhecimento, pela entidade, do "Conselho Nacional de Transição" como o único representante da Líbia e de sua população.
Além disso, o grupo de contato sobre a questão líbia realizou ontem em Istambul, na Turquia, uma reunião para discutir a situação pós-guerra e ajuda econômica ao país. Os participantes concordaram em descongelar, antes do final de agosto, US$ 2,5 bilhões dos capitais de Gaddafi no exterior e repassar o valor ao "Conselho Nacional de Transição".
A runião ainda divulgou uma declaração, assinalando que a ONU e o CS desempenham um importante papel na questão líbia, mas o grupo de contato não tem força decisiva na questão.
Por Niu Xuan



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