| A China planeja atingir o nível internacional no desenvolvimento de tecnologia espacial, construindo uma indústria aeroespacial abrangente até o ano 2015, de acordo com a Companhia de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CCTAC).
De acordo com o plano da estatal chinesa, a CCTAC estabelecerá quatro novas bases de pesquisa científica e de produção em Tianjin, Mongólia Interior e Hainan, o que permitirá ao país ter oito bases deste tipo no total.
As quatro atuais estão em Beijing, Shanghai, Shanxi e Sichuan, respectivamente. O objetivo principal da CCTAC é proporcionar um pacote de serviços a seus clientes, incluindo pesquisa, produção, teste e outras tecnologias e serviços, explicou o diretor geral da CCTAC, Ma Xingrui.
"Até o ano 2015, a CCTAC ocupará 10% do mercado internacional de satélite comercial e 15% do mercado de serviços comerciais de lançamento espacial mundial", prevê o plano da CCTAC.
Em maio do ano passado, a companhia chinesa enviou um satélite de comunicação da Nigéria ao Espaço, um grande passo na exportação de satélites da China.
O plano da CCTAC para 2015 diz ainda que o país oferecerá serviços em áreas como o manejo de satélites, investimento de capital relacionado à indústria espacial e software de informação aeroespacial, entre outros.
Fundada em 1999, a CCTAC é o grupo líder de pesquisa e produção para o desenvolvimento de sistemas aeroespaciais e de mísseis da China.
Até o fim do ano passado, a estatal chinesa realizou 50 lançamentos com sucesso, usando os foguetes transportadores da série Longa Marcha, colocando em órbita 43 satélites, seis naves espaciais e uma sona lunar desenvolvidos pelo própiro país.
Após duas missões espaciais tripuladas em 2003 e 2005, respectivamente, o lançamento da nave espacial Shenzhou VII será realizado em outubro.
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