Nos últimos anos, as discussões acerca da organização dos Jogos Olímpicos têm sido centradas não apenas nos feitos esportivos dos atletas, mas também nos efeitos provocados pelo evento na cidade organizadora. Londres não é exceção. Os Jogos Olímpicos de Verão ainda não começaram, mas a discussão sobre a "herança" deste espetáculo esportivo já começa a repercutir.
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres (LOCOG, na sigla em inglês) e a Olympic Delivery Authority (ODA), junto com outras organizações, realizaram uma coletiva de imprensa no dia 19 de julho para divulgar as previsões dos benefícios trazidos a Londres pela organização dos Jogos Olímpicos.
O chefe executivo da ODA, Dennis Hone, anunciou que a realização das olimpíadas vai melhorar bastante a situação na zona leste de Londres. O parque olímpico e os estádios ficarão como "herança olímpica" para a cidade e caberá à população usufruir desses espaços.
O diretor do departamento de Infraestruturas da LOCOG, James Bulley, disse ainda que a atuação da Organização não se limitou à construção de novos estádios, mas também atuou na renovação de estruturas existentes, adaptando-as aos padrões olímpicos e tornando-as mais adequadas à organização de eventos na atualidade.
A presidente do Instituto Real de Arquitetos Britânicos (Riba, na sigla em inglês), Angela Brady, elogiou a influência que a organização dos Jogos Olímpicos exerceu na construção de edifícios modernos e de projetos de grande originalidade que vão fazer parte da história das grandes obras de arquitetura do mundo.



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