A nova loja virtual (mi.com/en/store), não vende de momento os celulares e tablets de sistema operacional Android, mas sim fones de ouvido, carregadores portáteis e pulseiras fabricados pela empresa com sede em Beijing.
Um porta-voz da Xiaomi disse à Xinhua que atualmente a empresa não tem plano de vender celulares na loja online. A marca está em meio a uma disputa de patente com a Ericsson na Índia, à espera de um veredito do tribunal.
Com um valor de mercado avaliado em US$ 45 bilhões, entre as melhores mundiais para uma empresa de tecnologia, a Xiaomi deu início, no ano passado, à expansão para além da fronteira chinesa. No mês passado, lançou um novo modelo de celular, o Mi 4i, na Índia.
Enquanto isso, celulares da marca chinesa são vendidos nos países do Sudoeste Asiático, como Malásia, Cingapura, Filipinas, assim como no Brasil.
No primeiro trimestre deste ano, a Xiaomi foi a segunda maior fabricante de celular no mercado chinês, com 13,5 milhões de unidades, apenas atrás da Apple.
As marcas chinesas de smartphone, como Xiaomi e Huawei, estão se expandindo para o mercado internacional, já que o mercado doméstico chinês está quase saturado. De janeiro a março de 2015, o volume de venda no país contraiu pela primeira vez em seis anos.