O governo chinês iniciou na terça-feira uma campanha de um mês para eliminar más práticas nos serviços de mensagem instantânea, como o WeChat.
Como esses serviços ficaram mais populares, algumas pessoas se aproveitaram para disseminar informações ilegais e prejudiciais, o que vai contra os interesses públicos e a ordem no ciberespaço, disse o Departamento Estatal de Informação de Internet da China (SIIO, na sigla em inglês).
A campanha terá como alvo contas públicas nessas plataformas, que podem disseminar informações em uma grande escala e mobilizar seguidores, de acordo com o comunicado.
O WeChat tem mais de 800 milhões de usuários. Além de contas privadas usadas para comunicação entre amigos, parentes e conhecidos, muitas contas públicas são controladas por organizações, companhias ou indivíduos para comunicação em massa.
A campanha lutará contra as contas que espalharem boatos e informações relacionadas com violência, terrorismo e pornografia, assim como as que usarem mensagens instantâneas para fraude.
"Combateremos firmemente a infiltração de forças hostis no país e no exterior", afirmou o comunicado.
O SIIO, o Ministério da Indústria e Informatização e o Ministério da Segurança Pública assumem a realização da campanha, que responsabilizará fornecedores de serviço se não cumprirem seus deveres.
As autoridades também estimulam que a população faça denúncias via emails, telefone ou o site net.china.com.cn, acrescentou o comunicado.
por Xinhua