
A entrevista abordando o tema da reforma e desenvolvimento científico do setor bancário da China, foi realizada neste domingo à noite, no Centro de Imprensa do 18º Congresso Nacional do Partido Comunista da China (PCCh). O presidente do Banco Popular da China, Zhou Xiaochuan, o presidente da Comissão Reguladora de da China, Shang Fulin, e os responsáveis dos quatro maiores bancos estatais foram entrevistados na ocasião.
Zhou Xiaochuan apontou que devido à crise da dívida soberana européia, a economia chinesa tem enfrentado algumas dificuldades desde o quarto trimestre do ano passado, com uma desaceleração no segundo trimestre deste ano. Para lidar com isso, o governo chinês adotou uma série de medidas de ajuste macroeconômico. Desde o Verão passado, especialmente setembro e outubro, os dados macroeconômicos do país tendem a melhorar.
Sobre a reforma da taxa de juro, orientada pelo mercado, o presidente do Banco Popular da China, Zhou Xiaochuan, respondeu que essa reforma é um processo, e que deve ser aplicada de modo adequado. Em geral, a reforma está se acelerando durante este período.
Quanto ao tema do "dinheiro quente", Zhou assinalou que o "dinheiro quente" precisa de uma definição clara. Para o Banco Popular da China, o fluxo de capital a curto prazo, e com motivo especulativo, é considerado "dinheiro quente". A entidade está em alto alerta sobre esse tipo de capital e preparou umas medidas de administração.
Em relação ao crescimento do valor de empréstimos podres, o presidente da Comissão Reguladora de da China, Shang Fulin, disse que o valor em empréstimos mal pagos cresceu este ano, e a principal razão é a mudança de gerenciamento em algumas indústrias. Mas a qualidade dos capitais bancários é estável, em geral, e seu risco está sob controle.
Tradução: Xia Ren
Revisão: João Pimenta



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