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Embaixador chinês na França pede que Japão corrija erros em assuntos sobre Ilhas Diaoyu
  2012-10-31 19:10:03  cri
      Evidências históricas mostram que as Ilhas Diaoyu pertencem à China, disse o embaixador chinês na França em um artigo publicado na quarta-feira. Ele expressou a esperança de que o Japão deve corrigir seus erros sobre o assunto o mais cedo possível.

  No artigo, publicado no jornal francês, Le Monde, Kong Quan indicou que as relações China-Japão, nubladas pela atitude do Japão que não se atreve a refletir sobre seu passado, foram afetadas novamente pela disputa sobre as Ilhas Diaoyu.

  Muitos registros históricos, incluindo um número de mapas antigos disponível na Biblioteca Nacional da França, demonstram que o grupo de ilhotas despovoadas é parte do território chinês, disse.

  Devolver as ilhas à China é uma obrigação legal que o Japão deve cumprir depois de sua derrota na Segunda Guerra Mundial, disse Kong, acrescentando que o acordo bilateral atingido por ex-líderes dos dois países para pôr de lado a disputa foi uma fundação importante para a normalização das relações China-Japão.

  Segundo o embaixador, a China necessita de um ambiente pacífico e estável para desenvolver sua economia e melhorar os padrões da vida da população, o que é uma tarefa que exige esforços de gerações.

  No entanto, da construção de faróis no passado à "nacionalização" das ilhas de hoje, o Japão continuou fazendo provocações sobre o assunto das Ilhas Diaoyu, assinalou Kong.

  A China e o Japão não são apenas geologicamente próximos, mas ligados estritamente pela economia e cultura, indicou o embaixador chinês, dizendo que os dois lados também são inseparáveis em sua interdependência em economia e comércio.

  Especialmente em meio à atual fraca economia mundial, os dois vizinhos devem esforçar-se em conjunto para fortalecer as cooperações, acrescentou.

  A China não quer que a atual situação complicada das relações China-Japão persista, e espera que o Japão corrija seus erros o mais cedo possível, afirmou Kong.

  A bola está agora na quadra do Japão, disse.

por Xinhua

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