No artigo, publicado no jornal francês, Le Monde, Kong Quan indicou que as relações China-Japão, nubladas pela atitude do Japão que não se atreve a refletir sobre seu passado, foram afetadas novamente pela disputa sobre as Ilhas Diaoyu.
Muitos registros históricos, incluindo um número de mapas antigos disponível na Biblioteca Nacional da França, demonstram que o grupo de ilhotas despovoadas é parte do território chinês, disse.
Devolver as ilhas à China é uma obrigação legal que o Japão deve cumprir depois de sua derrota na Segunda Guerra Mundial, disse Kong, acrescentando que o acordo bilateral atingido por ex-líderes dos dois países para pôr de lado a disputa foi uma fundação importante para a normalização das relações China-Japão.
Segundo o embaixador, a China necessita de um ambiente pacífico e estável para desenvolver sua economia e melhorar os padrões da vida da população, o que é uma tarefa que exige esforços de gerações.
No entanto, da construção de faróis no passado à "nacionalização" das ilhas de hoje, o Japão continuou fazendo provocações sobre o assunto das Ilhas Diaoyu, assinalou Kong.
A China e o Japão não são apenas geologicamente próximos, mas ligados estritamente pela economia e cultura, indicou o embaixador chinês, dizendo que os dois lados também são inseparáveis em sua interdependência em economia e comércio.
Especialmente em meio à atual fraca economia mundial, os dois vizinhos devem esforçar-se em conjunto para fortalecer as cooperações, acrescentou.
A China não quer que a atual situação complicada das relações China-Japão persista, e espera que o Japão corrija seus erros o mais cedo possível, afirmou Kong.
A bola está agora na quadra do Japão, disse.
por Xinhua



Envie para um amigo













