A transação dos leilões de domingo totalizou HK$ 455 milhões (US$ 72,22 milhões), 2,5 vezes maior que a estimativa antes das vendas, disse o presidente da Guardian, Wang Yannan.
"O sucesso da estreia em Hong Kong aumentará nossa confiança na expansão de nossos mercados no exterior. Ao mesmo tempo, terá um efeito positivo para impulsionar a temporada total de leilões no outono", disse Wang.
As vendas públicas de domingo foram divididas em duas partes -- pinturas e caligrafias chinesas, e móveis e ornamentos das dinastias Ming e Qing (1368-1911).
Entre as 319 peças de pintura e caligrafia no leilão, 286 obras foram vendidas com uma transação combinada de HK$ 354 milhões. Além disso, 37 peças de móveis foram leiloadas com uma transação total de HK$ 101 milhões, de acordo com Wang.
Todas as peças foram colecionadas nos mercados estrangeiros, acrescentou Wang.
A China tornou-se um dos maiores mercados de belas-artes do mundo, responsável por cerca de 40% das vendas globais, desde que o país reiniciou os leilões de objetos antigos e obras de arte em 1992.
O mercado de leilão de objetos antigos e obras de arte diminuiu na temporada da primavera este ano, principalmente por causa da desaceleração da economia mundial.
O principal rival local da Guardian, a Poly International Auction, anunciou que organizará sua primeira venda pública em Hong Kong no final de novembro.
por Xinhua



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