O Ministério das Relações Exteriores da Síria disse que a assinatura do acordo demonstra os esforços do governo para promover a concretização do plano de Kofi Annan, enviado especial da ONU e Liga Árabe. A ação objetiva facilitar o trabalho dos observadores internacionais no âmbito da soberania síria.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, declarou no mesmo dia, na sede da entidade, em Nova York, que a situação ainda é instável. Ele pediu que o governo sírio colabore com o grupo especial enviado pela organização.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, afirmou ontem (19) que ações militares unilaterais dos EUA ou de outros países não são formas efetivas para enfrentar a situação complicada.
O chanceler francês, Alain Juppe, se manifestou dizendo que a França e seus aliados esperam um resultado efetivo para que o plano de Annan seja concretizado o mais rápído possível, caso contrário a Síria corre o risco de passar por uma guerra civil e até influenciar a estabilidade regional.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Liu Weimin, afirmou ontem, em Beijing, que a China está discutindo o envio de pessoal para integrar ao grupo da ONU. O número de integrantes será discutido com o Conselho de Segurança (CS).
Tradução: Xie Haitian Revisão: Camila Olivo



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