O governo federal brasileiro anunciou nesta quinta-feira os 2.582 municípios selecionados para receber o investimento de 2,8 bilhões de reais da segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida. Serão construídas 107.348 novas moradias em cidades com menos de 50.000 habitantes. O programa passará a priorizar os municípios mais pobres. Antes, o critério era o déficit habitacional.
"Falta casa e tem miséria. É ali que tem de estar o Minha Casa, Minha Vida", disse a presidente Dilma Rousseff durante a solenidade. "Ele será instrumento cada vez maior que vai permitir que transformemos o Brasil". Para a presidente, o Minha Casa, Minha Vida produz um "círculo virtuoso", que traz desenvolvimento econômico para os lugares onde é implantado. As novas casas serão destinadas a famílias com renda de até 1.600 reais e o valor de subvenção é de 25.000 reais para cada imóvel.
De acordo com as novas diretrizes, a Região Nordeste, que antes receberia aproximadamente 44.000 cotas, agora receberá mais de 60.000. Já as cotas para o Sudeste caíram para menos da metade, de 29.000 para 12.000.
O governo fixou a meta de construir 2 milhões de casas até 2014, mas a presidente Dilma Rousseff voltou a afirmar que pretende elevá-la para 2,4 milhões de unidades, como já havia prometido durante viagem a Índia, no mês passado. "No próximo mês, vamos anunciar que o Minha Casa Minha Vida passará a ser 2,4 milhões, falta ainda distribuir esse porcentual pelas faixas de renda e pelos municípios", afirmou a presidente.
por Veja



Envie para um amigo













