No documento, Barroso disse que o fundo da União Europeia para apoiar os países membros economicamente atrasados tem 20 bilhões de euros disponíveis para a Grécia e já canalizou 8 bilhões de euros. Existe a esperança de que o Conselho e o Parlamento europeus aprovem em breve uma proposta sobre auxílios à Grécia na construção de infraestruturas essenciais.
Os ministros da Fazenda da UE ratificaram em 21 de fevereiro a concessão do segundo pacote de socorro à Grécia. Conforme o plano, o governo grego deve lançar novos títulos de crédito com prazos mais longos e lucros mais baixos, em troca dos 200 bilhões de euros de dívidas nacionais gregas mantidas atualmente por credores privados.
Se o plano não for executado com sucesso, a Grécia não poderá conseguir a nova rodada de assistência a ser patrocinadas por UE, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional.
A Itália anunciou ontem a suspensão, sem prazo definido, dos negócios de dívidas gregas. Segundo noticiou a agência de notícias italiana Ansa, os investidores italianos mantêm um bilhão de euros em dívidas gregas. Se menos de 90% dos credores da Grécia participarem do plano de troca de dívidas, é possível que o país recorra à cláusula de "ação conjunta". Isso significa que os credores vão ser obrigados a participar do programa grego.
Tradução: Paula Chen
Revisão: Camila Olivo



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