Qi Faren, ex-designer-chefe das naves espaciais Shenzhou do país, falou com a Xinhua sobre as missões espaciais chinesas antes da sessão anual da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPC), o mais alto órgão de assessoria política do país, que será aberta no sábado.
O país lançará a espaçonave tripulada Shenzhou-9 entre junho e agosto deste ano, que realizará uma missão de encontro e acoplamento espaciais com o módulo de laboratório espacial Tiangong-1, que já está no espaço, disse Qi, membro do Comitê Nacional da CCPPC.
Segundo o plano anterior do país, a primeira missão de acoplamento tripulado seria feita pela Shenzhou-10, depois de outro acoplamento não tripulado da Shenzhou-9 com o Tiangong-1. "O acoplamento não tripulado entre a Shenzhou-8 e o Tiangong-1 foi muito mais bem sucedido do que esperávamos, por isso decidimos antecipar a missão tripulada de acoplamento com a Shenzhou-9, em vez da Shenzhou-10", explicou Qi.
Segundo o especialista, os testes e observações mostram que o ambiente e as reservas de alimentos dentro do Tiangong-1 são capazes de sustentar um astronauta durante 60 dias, ou dois astronautas por 30 dias.
Qi disse ainda que um dos três tripulantes da Shenzhou-9 não embarcará no Tiangong-1 e permanecerá na nave espacial como medida de precaução em caso de emergência. Reportagens anteriores diziam que todos os três entrariam no Tiangong-1.
(por Agência Xinhua)



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