Segundo Makdissi, o ex-secretário-geral da ONU, Kofi Annan, comunicou ao chanceler sírio, Walid al Moualem, a natureza de sua missão como enviado especial da ONU para a questão da Síria. Moualem pediu a Annan explicações mais detalhadas, mais ainda não recebeu resposta. O porta-voz destacou que o país vai recusar ações humanitárias com fins políticos.
A Crescente Vermelha Árabe da Síria afirmou no dia 28 que havia salvado 30 pessoas feridas em Homs, em cooperação com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Trabalhos de assistência humanitária também foram efetuados em outras regiões com agitações, como Hama e Deraa.
Atualmente, as forças governamentais da Síria continuam combatendo os rebeldes na província de Homs. As organizações de oposição da Síria anunciaram a fundação da "Administração de Assuntos Militares" para oferecer ajuda ao Exército Sírio de Liberdade.
O enviado especial da ONU e da Liga Árabe para os assuntos da Síria, Kofi Annan, pediu ontem que as diversas partes sírias suspendam imediatamente as ações violentas, para garantir a entrada dos materiais de assistência humana no país.
Annan se reuniu ontem com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O ex-secretário da ONU e atual enviado especial da entidade declarou que vai esforçar-se, juntamente com a comunidade internacional, para buscar uma solução pacífica para a questão.
O ministro britânico das Relações Exteriores, William Hague, anunciou hoje que o Reino Unido já retirou todos os diplomatas na Síria e fechou a embaixada em Damasco, capital do país árabe.
tradução:Zhao Yan
revisão:Miguel Torres



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