Vários oficiais de alto nível, que participaram da reunião dos ministros da Fazenda e presidentes dos bancos centrais do G20, assinalaram que mesmo com risco de degradação econômica do globo, já surgiram fenômenos de recuperação econômica nos EUA e em outros países europeus.
O ministro da fazenda e crédito público do México, país presidente rotativo do G20, José Antonio Meade disse que os países da zona do euro já tomaram as medidas necessárias para a reforma financeira e coordenaram ações para lidar com a crise de dívida. O resultado destas políticas já se começa a fazer sentir
A China está disposta a colaborar com o FMI e o G20 na solução da crise financeira europeia, se houver também um reforço dos esforços da própria União Europeia, disse o vice-ministro das Finanças da China, Zhu Guangyao. Zhu apontou que uma das tarefas importantes da reunião é a discussão sobre métodos de parceria no combate aos desafios da crise de dívidas do continente europeu. Os participantes concordaram que, nos últimos meses, a União Europeia (UE) e o Banco Central da Europa adotaram políticas efetivas contra a crise e as ações já resultaram em progressos visíveis.
A diretora gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou ontem (26) que a economia mundial apresenta sinais de estabilização, mas ainda não saiu da zona de risco. Lagarde ainda pediu para que os países membros do bloco reforcem a capacidade de resposta aos impactos financeiros.
Alguns países da zona do euro podem ficar em melhor situação se deixarem de usar a moeda do bloco, ganhando assim mais flexibilidade em suas economias, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em entrevista publicada ontem pelo jornal Financial Times.
Tradução Xia Ren
Revisão Miguel Torres



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