O primeiro seminário internacional de escolta promovido pela marinha chinesa começou hoje (23) em Nanjing, China. Os representantes de 84 organizações mundiais, incluindo a União Europeia, a Otan e o Conselho Marítimo Báltico e Internacional (BIMCO, na sigla de inglês), e de mais de 20 países, como os EUA, Reino Unido, França, Alemanha e China, vão discutir situações relacionadas à pirataria, trocar informações, partilhar experiências de resgate e discutir estratégias de organização de ações no mar, bem como as leis de escolta.
O vice-comandante da Marinha chinesa, o Vice-Almirante Ding Yiping, discursou na cerimônia de abertura e afirmou que os atos de pirataria ainda não foram eliminados e têm tendência a aumentar. Devido a isso, as escoltas serão uma missão a longo prazo. Com base neste contexto, a Marinha chinesa realizou o seminário para criar uma plataforma de amizade aberta, e assim promover as parcerias e um intercâmbio de experiências entre as marinhas de diversos países.
Desde que a China assumiu a missão de escoltar seus navios, o país lançou dez formações de proteção marítima e cerca de dez mil de soldados para os mares do Golfo de Aden e da Somália, além de ter oferecido proteção a cerca de 4500 barcos em colaboração com as marinhas de outros países.
Tradução: Lucas Xu
Revisão: Miguel Torres



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