"A China será o maior mercado da nossa empresa", disse Jean Michael-Jacob, vice-presidente da Dassault Falcon, filial da Dassault Aviation, fabricante do caça Rafale.
Como a segunda maior economia no mundo, a demanda da China por jatos executivos vai explodir nos próximos anos, disse Michael-Jacob, apontando que "a China terá pelo menos 500 jatos executivos em cinco anos, e planejamos ter 35% desse mercado".
Dentro de um ano após a mudança de seu escritório na Ásia de Kuala Lumpur para Beijing em dezembro de 2010, a empresa francesa vendeu 15 aviões na China por US$ 30 milhões a US$ 50 milhões cada.
O mercado chinês atual é relativamente pequeno, com apenas 150 jatos executivos em uso, enquanto os Estados Unidos têm cerca de 7.000.
Michael-Jacob disse que a Falcon conta com apenas 10% do mercado chinês neste momento. O maior vendedor de jatos executivos no país é a Gulfstream, dos Estados Unidos, que atualmente representa 60% do mercado.
"O mercado chinês vai crescer nos próximos anos", disse ele. Até 2020, o país contará com mil jatos executivos, e a Falcon espera ter então 35% do mercado.
Desde que produziu o primeiro Falcon em 1963, a empresa já entregou mais de 2.000 Falcons em mais de 67 países, ficando com 40% do mercado global de jatos executivos.
No entanto, desde a crise financeira mundial, suas vendas globais ficaram estagnadas. "O futuro está na China", disse Michael-Jacob.
por Agência Xinhua



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