Após a declaração da morte do ex-líder líbio Muammar Gaddafi, países como Argélia, Cazaquistão, Coreia do Sul, Japão, Eslovênia, Brasil e Dinamarca, vêm expressando seus posicionamentos, desejando a concretização da paz na Líbia o mais cedo possível e confirmando a vontade de apoiar a reconstrução do país africano.
O ministro da Defesa francês, Gerard Longuet, manifestou o desejo de que a França seja o principal parceiro de cooperação da Líbia, pois os novos líderes líbios sabem que seus êxitos dependem da ajuda francesa.
No entanto, especialistas dos EUA e da França consideram que a morte do Gaddafi não motivará uma transformação radical na Líbia e que o conflito vai durar mais tempo no país. Outros especialistas acreditam que a autoridade líbia usou forças externas durante o confronto e após o desaparecimento de Gaddafi, essas forças poderiam causar uma violenta guerra comercial pela divisão do mercado líbio, em prol de seus próprios interesses.
(por Florbela Guo)



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