As "incubadoras" oferecem serviços para mais de 8 mil empresas e mais de 20 mil estudantes, para ajudá-los a criar e desenvolver seus próprios negócios, segundo o comunicado.
De acordo com o comunicado, cerca de 80% das empresas chinesas de alta tecnologia cotadas na Nasdaq foram criadas por estudantes que voltaram para a China depois de terem estudado no exterior.
Além disso, aproximadamente 72% dos líderes dos principais projetos de pesquisa do país e mais da metade dos acadêmicos da Academia Chinesa de Ciências e de Engenharia, os dois principais institutos de pesquisa científica e tecnológica do país, estudaram no exterior.
Conforme o comunicado, ao longo das últimas três decadas desde a reforma e abertura da China até o final do ano passado, um total de 632.200 estudantes chineses retornaram à pátria, dos quais 399.300 voltaram nos últimos cinco anos.
Uma associação para estudantes chineses retornados do exterior, iniciada por 92 organizações domésticas de serviços para estudantes retornados do exterior, foi estabelecida em Beijing nesta segunda-feira.
A associação estabelecerá uma plataforma informativa para os estudantes chineses, que fornecerá informações sobre trabalho e facilitará a comunicação e o compartilhamento de informações sobre os recursos humanos, projetos, políticas e financiamento.
Durante a conferência de trabalho, Yin, ministro chinês dos Recursos Humanos e da Seguridade Social, também disse que o país asiático aperfeiçoará o sistema de solicitação e aprovação de residência permanente, a fim de atrair mais talentos do estrangeiro.
(Xinhua)