Segundo dados oficiais da Líbia divulgados ontem (20), pelo menos 64 civis morreram nos ataques da base aliada, liderada por França, Estados Unidos e Reino Unido. A comunidade internacional mostrou diferentes opiniões sobre o assunto.
O sub-assistente de Segurança Nacional do presidente norte-americano, Thomas Donlion, disse que é favorável à intervenção militar e que o país não reconheceu a decisão de cessar de fogo da tropa líbia. Já o ministro da Defesa Nacional dos EUA, Robert Gates, apresentou uma opinião contrária à atividade militar. Ele disse que o país norte-americano entregará o seu direito de comando militar em curto prazo.
A porta-voz da chanceleria chinesa, Jiang Yu, disse que a China lamentou a ofensiva militar. Ela manifestou que o país asiático não concorda com o uso da força para resolver o problema, todos países devem tratar assuntos conforme os princípios de respeito à soberania, independência, unificação e integridade territorial. A China espera que a situação da Líbia seja estabilizada rapidamente para evitar mais vítimas nos conflitos.
O porta-voz da chanceleria russa, Aleksandr Lukashevich, pediu a suspensão dos ataques. Ele disse que a decisão da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a criação da zona de exclusão aérea é para proteger o povo local, os envolvidos não devem praticar outras iniciativas fora dessa decisão.
A Liga dos Estados Árabes condenou o ataque dos países ocidentais na Líbia. O secretário-geral da entidade, Amr Musa, revelou que a Liga vai realizar uma reunião extraordinária para discutir a situação dos países árabes, inclusive Líbia.
A chanceleria húngaro afirmou que a decisão da ONU deve ser obrigatoriamente exercida e espera que o líder líbio, Muammar Gaddafi renuncie e encerre a atividade militar.
(Por Xie Haitian)



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