A Administração da Aviação Civil da China decidiu, a partir de primeiro de março, aumentar de 15 para 20 os aviões que estão trazendo os cidadãos chineses que já saíram da Líbia e estão na ilha de Creta, na Grécia, e na Tunísia, Malta e Egito. Com a autorização da Comissão Militar Central do Partido Comunista da China, a força aérea enviou hoje (28) 4 aviões militares II-76 para aumentar a quantidade de vôos.
O navio "Xuzhou", que faz parte da 7ª frota naval chinesa de escolta para o Golfo de Áden, atravessou o canal da Suez e entrou no Mar Mediterrâneo no domingo (27). Segundo a previsão, o navio chegará ao mar próximo da Líbia no dia 2 de março para escoltar os barcos encarregados pela retirada dos chineses.
Até às 10h de hoje (28), horário local, a China já havia retirado 29 mil chineses da Líbia.
A Comissão Internacional da Cruz Vermelha afirmou ontem (27) que a situação da cidade de Benghazi, no leste da Líbia, está se tranquilizando. Algumas lojas foram reabertas e o abastecimento de alimentos está sendo garantido.
O presidente francês, Nicholas Sarkozy, afirmou ontem (27) pela TV que a crise política observada em alguns países árabes pode promover uma "nova etapa" das relações entre a França e os países da região. Ele também pediu às nações europeias que aprovem políticas comuns à situação da Líbia, a fim de impulsionar a estabilidade regional.
(por Florbela Guo)



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