O Tibet tinha 502 mil pessoas vivendo em pobreza absoluta no final do ano passado, contra a cifra de 964 mil em 2005, indicou um comunicado divulgado pelo escritório de redução de pobreza na capital regional, Lhasa.
Segundo o documento, o Tibet lançou 2.160 projetos de redução de pobreza nos últimos cinco anos, atualizando a infraestrutura e fazendo crescer setores competitivos como artesanatos tradicionais e processamento de alimentos e ervas, além de pôr fim a fatores adversos à sobrevivência dos habitantes locais.
Foram criadas zonas de desenvolvimento agrícola de mais de 117 mil hectares na zona rural do Tibet, para promover tecnologias agrícolas e aumentar a produção.
Além disso, foram fundadas 51 organizações cooperativas para impulsionar a cooperação no cultivo.
Como resultado, a renda líquida per capita dos agricultores e pastores tibetanos teve um crescimento de dois dígitos por oito anos consecutivos. No ano passado, a cifra foi de 3.990 yuans (US$ 605), quase o dobro do nível de 2005.
Segundo o mesmo documento, os esforços de redução de pobreza serão intensificados nos próximos cinco anos e o ritmo anual de crescimento da renda por capita da população tibetana em pobreza deve chegar a 13%.
Por Xinhua



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