Países como China, França, Alemanha e Espanha deram início aos esforços para retirar seus cidadãos da Líbia, em virtude da instabilidade política local.
O porta-voz da Chancelaria chinesa, Ma Zhaoxu, garantiu hoje (24) em Beijing que o governo chinês, embaixadas e consulados chineses no exterior continuam as ações para salvaguardar cidadãos, propriedades e interesses da China na Líbia.
Ma Zhaoxu informou que o segundo avião enviado pelo governo da China partiu de Beijing na madrugada de hoje (24) para resgatar cidadãos chineses no país em crise. As embaixadas da China na Grécia e em Malta alugaram quatro navios de carreira para o resgate dos chineses. A embaixada e o consulado da China no Egito mandaram cerca de cem ônibus à fronteira com a Líbia para receber seus cidadãos. Até 7 horas de hoje, horário de Beijing, mais de 4,6 mil chineses haviam sido retirados da Líbia, embarcando, posteriormente, para um terceiro país seguro ou regressando à China.
O porta-voz reiterou o pedido da China para que a Líbia retome a estabilidade social e a ordem o mais rápido possível e garanta a segurança e os interesses dos diversos estrangeiros que ainda estão no país.
O secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, disse ontem (23) que a entidade está preocupada com a situação de Bahrein e Iêmen, ao mesmo tempo em que teme pela instabilidade na Líbia. O Conselho dos Direitos Humanos da ONU vai se reunir amanhã (25) para discutir a criação de um grupo internacional de investigação para a situação na Líbia.
Por Xia Ren



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