Segundo Kahn, depois da concretização da reforma do FMI, mais de 6% das quotas serão transferidas às economias emergentes. Além disso, EUA, Japão, países do Bric (Brasil Rússia, Índia e China), Alemanha, França, Reino Unido e Itália vão se tornar os dez países com maior parcela no FMI.
Para Kahn, isso marca a reforma mais importante do Fundo, desde os 65 anos do estabelecimento da entidade. Através da reformulação, os países europeus vão transferir às nações em desenvolvimento dois assentos no conselho executivo de administração da entidade, a fim de elevar a representatividade e direito à palavra dos países.
(por Zhao Yan)



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