O vice-ministro chinês de Relações Exteriores, Cui Tiankai, afirmou hoje (5) que a disposição das quotas no Fundo Monetário Internacional (FMI) deve refletir a realidade da estrutura da economia no mundo. "Por isso, o aumento das quotas para a China é uma opção razoável", frisou ele.
A conferência dos ministros de Finanças e dos presidentes dos bancos centrais do G20, realizada no final de outubro passado, confirmou a transferência de mais de 6% das quotas de votos às economias emergentes. Com isso, a China ficará no terceiro lugar em termos da percentagem das quotas no FMI.
Cui disse também que a última elevação das quotas não significa o fim da reforma do FMI. Segundo ele, muitos países já apresentaram a proposta de reestruturação da fórmula para o cálculo das quotas, bem como da forma de administração do próprio Fundo.
(Por Zhu Wenjun)



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