Israel anunciou nesta terça-feira que vai libertar e extraditar centenas de voluntários da frota internacional de resgate. Mas avisou que não vai desbloquear a Faixa de Gaza ou suspender a interceptação de navios de ajuda humanitária. A comunidade internacional condena a ação israelense e pediu uma investigação imediata do assunto.
Após discutir com os funcionários governamentais, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, decidiu libertar e expedir todos os presos membros da frota. Ele afirmou que o país vai continuar o bloqueio à Faixa de Gaza a fim de prevenir a entrada de armas na região.
A organização internacional "Gaza Livre" anunciou que vai enviar mais navios à região para levar materiais de ajuda humanitária.
O Conselho de Segurança da ONU divulgou uma declaração presidencial, na qual condenou a ação e pediu uma investigação "justa, confiável e transparente, o que corresponde à norma internacional".
O Conselho da ONU sobre Direitos Humanos e o Conselho do Atlântico Norte realizaram reuniões especiais sobre o assunto. Em conversa por telefone com o primeiro-ministro da Turquia, o presidente norte-americano, Barack Obama, expressou apoio à uma investigação "rápida, justa, confiável e transparente" sobre o incidente.
(por Li Jinchuan)



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