A Assembleia Nacional cubana divulgou ontem (11) em um comunicado, que Cuba não aceita a moção aprovada pelo Parlamento Europeu que condena a "evitável e cruel" morte do dissidente Orlando Zapata. A condenação é "discriminatória e seletiva", diz a mensagem.
Segundo o texto, a condenação "manipula sentimentos, deturpa ações, impõe mentiras e oculta realidades". Zapata foi detido primeiramente por crime comum.
A Assembleia cubana disse que o governo rechaça a imposição, a intolerância e a pressão como norma das relações internacionais.



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