
Os líderes chineses Hu Jintao, Wu Banguo, Wen Jiabao e Jia Qinglin compareceram ao evento.
Ao apresentar o relatório à 3ª sessão da APN, o presidente do Tribunal Popular Supremo da China, Wang Shengjun, indicou que no ano passado os tribunais da China julgaram 375 mil pessoas por crimes violentos como ameaça à segurança nacional, homicídio, sequestro e explosão. Houve um aumento de 0,8% no número de crimes em comparação ao ano anterior.
O responsável adiantou também, que os tribunais de todos os níveis julgaram e sentenciaram no ano passado 527 casos envolvendo 3231 criminosos ligados à máfia.
Zhang também informou que os tribunais da China deram importância especial às provas dos processos contra os envolvidos nos distúrbios em Lhasa, capital da Região Autônoma do Tibet, em 2008, e em Urumqi, capital da Região Autônoma Uigur de Xinjiang, em 2009.
O presidente da Procuradoria Popular Suprema da China, Cao Jianming, afirmou no relatório que as procuradorias fortaleceram a supervisão do uso de fundos nos projetos de bem-estar da população e de reconstrução da região de Wenchuan, afetada pelo forte terremoto em 12 de maio de 2008. Cao adiantou que as procuradorias do país conduziram no ano passado, investigações envolvendo 2670 funcionários de nível distrital ou superior por casos de suborno, incluindo 8 de nível provincial ou ministerial.
Por Li Mei



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