A declaração sugere ao governo israelense mudar sua decisão, obedecer aos deveres e compromissos assumidos pelo país no processo de paz regional, e não adotar uma ação unilateral que dificulte as futuras negociações. A UE reiterou também que os projetos de assentamentos de Israel violam a lei internacional, constituindo-se em uma barreira para a concretização da paz e impossibilitando a "coexistência dos dois Estados".
A decisão de Israel foi condenada também pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e pelo vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que visita Israel. Para o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, a decisão israelense é uma ameaça às conversas indiretas entre as duas nações.



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