Na manhã de ontem (18) na Província de Sistão e Baluquistão no Irã, um atentado suicida realizado por um homem-bomba deixou pelo menos 29 mortos e 28 feridos. A Jundallah, organização rebelde do Irã, declarou responsabilidade no ataque.
O ataque ocorreu na fronteira do Irã com o Paquistão. Um funcionário da Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, em sigla de inglês) estava preparando uma reunião de chefes tribais no momento em que o agressor detonou explosivos colados ao seu corpo, matando muitas pessoas, incluindo o vice-comandante das forças de terra da Guarda revolucionária, general Noor Ali Shooshtari, e um comandante provincial da Guarda para a região, Rajab Ali Mohammadzadeh. Os outros mortos seriam membros da Guarda ou líderes tribais locais.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadijenad, condenou o ataque e expressou suas condolências. Ele pediu também que os órgãos envolvidos investiguem o incidente imediatamente.
O comandante do Exército da IRGC, Mohammad Pakpur, anunciou que a IRGC responderá ao ataque terrorista com um combate decisivo, a fim de evitar novos ataques como esse no no país.
O porta-voz do Conselho de Estado dos EUA, Ian Kelly, anunciou ontem (18) que a parte norte-americana condena as ações terroristas e expressou luto pelas vítimas. Quanto às acusações do envolvimento dos países ocidentais no ataque, Kelly enfatizou que a notícia sobre a participação dos EUA na ação terrorista é totalmente falsa. A chancelaria do Reino Unido negou também participação.



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