Qin disse em entrevista coletiva à imprensa, que a China e os países muçulmanos desde sempre se respeitam e se apóiam mutuamente, além de entender as preocupações e os interesses fundamentais um do outro. As relações devem continuar sua evolução baseadas nos cinco princípios de coexistência pacífica, especialmente nos de respeito mútuo e benefício de igualdade.
Qin defendeu que as medidas adotadas pelo governo chinês nos incidentes de 5 de julho, em Urumqi, não foram contra uma etnia ou religião, mas para deter a violência, recuperar ordem social e salvaguardar a unidade étnica. É irresponsável descrever os incidentes como conflitos étnicos ou de contradições religiosas, o que não é bom para a manutenção da paz e estabilidade da região e do mundo.
O porta-voz afirmou que o governo chinês, contrário a todo e qualquer ato terrorista, pretende cooperar com os países interessados em combater esse tipo de crime e manter a segurança dos cidadãos e de empresas chinesas no exterior.



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