Voluntários fornecem os serviços de alto nível aos Jogos Olímpicos
    2008-09-22 10:42:03                cri

A 13ª edição dos Jogos Paraolímpicos começou dia 6 de Setembro em Beijing. Para cumprir a solene promessa de "Dois Jogos com o Mesmo Brilho", 4 400 voluntários estão trabalhando prestando serviços às delegações esportivas e profissionais da mídia, que vieram de diversos países e regiões de todo o mundo.

Entre os voluntários que servem os Jogos Paraolímpicos, cerca de 90% trabalharam durante os Jogos Olímpicos e acumularam experiências. Mesmo assim, eles foram preparados em cursos específicos sobre as maneiras de comunicação e intercâmbio com os atletas portadores de certas deficiências físicas como, por exemplo, aprender os conhecimentos necessários no contato com os deficientes, o uso dos equipamentos para o acesso sem obstáculo, etc. Zhou Rong, estudante da Universidade de Línguas Estrangeiras de Beijing, trabalha no Centro de Imprensa Principal dos Jogos Paraolímpicos. Para ela, boa comunicação com os deficientes constitui a base dos melhores serviços. Zhou Rong disse:

"Quando conversamos com os atletas com deficiência nos membros inferiores ou com deficientes em cadeira de rodas, pomo-nos de cócoras e ficamos no mesmo nível de olhos deles e pedimos sua licença para dar ajuda."

Os voluntários estrangeiros também receberam instruções. Nakayama Chie, voluntária japonesa, trabalha no Departamento de Locação de Aparelhos do Centro de Imprensa Principal. Para ela, a formação veio aumentar seu interesse pelas Paraolimpíadas e dá ajuda para que faça intercâmbio com os atletas deficientes. Ela disse:

"Não há nenhuma mudança no meu trabalho apesar de que a cobertura sobre os Jogos Paraolímpicos não é tão ampla como os Jogos Olímpicos. Como voluntários, minha tarefa é mais pesada, porque preciso de comunicar-me com maior entusiasmo com os atletas deficientes."

A cortesia e o intercâmbio com os voluntários fazem com que os atletas e jornalistas sintam o carinho e os serviços prestativos fazem-nos sentir em casa. Na Vila Paraolímpica, há um cibercafé, onde frequentam os atletas e técnicos, todos os dias. Zhang Muchen, voluntário de Beijing, trabalha aqui e é aplaudido por seus clientes. Zhang disse que o sorriso e laboriosidade são sua chave.

 

"Quando eles necessitam de serviços, os voluntários dão ajudas com sorriso e envidamos os máximos esforços para que fiquem satisfeitos e sintam a hospitalidade de Beijing."

Muitos atletas vieram à China pela primeira vez e estão superintessados na história e na cultura deste país. Para os voluntários que trabalham com as delegações esportivas, apresentar a história chinesa e responder às perguntas bem diversificadas fazem parte de seu trabalho. Cheng Liang, voluntário na missão do Quénia, disse:

"A maior parte dos amigos africanos veio à China pela primeira vez, por isso, eles me colocam sempre muitas questões. Respondo às perguntas dentro do meu alcance e quero mostrar a eles que o povo chinês, tal como o povo africano, é uma nação muito hospitaleira e amiga de todos. E quero deixar-lhes uma boa impressão sobre os voluntários."

   

No bairro central olímpico, há ônibus que circulam diariamente entre as arenas de competição, Centros de Imprensa e Vila de Atletas. Para facilitar aos deficientes, todos os ônibus foram modificados para facilitar o acesso aos deficientes. Com o novo aparelho, os deficientes em cadeira de rodas podem subir e descer do ônibus sem precisar de ajuda de outras pessoas. Os motoristas também receberam a formação específica.

Agora, os voluntários estão trabalhando com o entusiasmo prestando seus melhores serviços aos Jogos Paraolímpicos.

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