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Rússia, UE, Japão, Paquistão e Malásia são contra tentativas de politizar a Olimpíada
2008-04-07 10:14:41    cri

Mais países e meios de comunicação estrangeiros comentaram os recentes distúrbios em Lhasa, capital da Região Autônoma do Tibet, sudoeste da China, e se posicionaram contra as tentativas de politizar os Jogos Olímpicos de Beijing, aproveitando a questão do Tibet.

Em uma declaração publicada em seu site, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que o Tibet é uma parte inseparável da China e Moscou espera que o governo chinês adote todas as medidas cabíveis para pôr fim às ações ilegais e garantir que a região autônoma volte ao normal o mais rápido possível.

"As tentativas de politizar os Jogos Olímpicos na China são inaceitáveis", sublinhou a declaração.    

Os ministros de Esportes e os comitês olímpicos dos países membros da União Européia (UE) também são contra o boicote aos Jogos por causa da questão do Tibet. O ministro de Esportes esloveno, Milan Zver, cujo país assume a presidência rotativa da UE, disse que o esporte continua sendo um instrumento de diálogo intercultural.  

 

Togay Bayatli, membro do Comitê Olímpico Europeu (COE), disse que são os atletas que perderão, caso ocorra um boicote.

"O Tibet é uma parte inalienável do território chinês. A questão do Tibet é totalmente um assunto interno da China", comentou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Paquistão, Muhammad Sadiq, que acrescentou que o governo paquistanês é contra qualquer tentativa de minar a integridade da soberania e do território do país vizinho.

O jornal malaio Nanyang Siang Pau disse que os separatistas no Tibet tentaram incitar os distúrbios em Lhasa para politizar os Jogos Olímpicos. Na questão do Tibet, e em relação à camarilha do Dalai Lama, a posição do governo chinês tem sempre sido firme e clara: o Dalai Lama não é meramente uma figura religiosa, mas um político em exílio, que tem se envolvido em atividades separatistas durante um longo tempo.

O vice-ministro das Relações Exteriores japonês, Mitoji Riekstins, disse que o Tibet é parte do território chinês e os recentes distúrbios em Lhasa comprometeram a estabilidade social na China.

Em uma declaração, o Conselho para a Promoção da Reunificação Pacífica da China na Nova Zelândia criticou severamente a onda de violência, que incluíram agressões, quebras, saques e incêndios em Lhasa.

O Tibet é uma parte inalienável do território chinês e é absolutamente impossível para o Dalai Lama separar o Tibet da China, de acordo com a declaração.

 
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