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Futebol feminino chinês procura novos caminhos
2007-10-22 09:57:48    cri

Como anfitriã, o fracasso da seleção chinesa da Copa do Mundo causou grande polêmica em todo o país. O futebol feminino da China era muito forte. As chinesas entraram na final no Mundial Feminino de 1999, nos EUA, e perderam nos pênaltis para suas adversárias norte-americanas. Além disso, em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, elas também se sagraram vice-campeãs. Naquela época, os torcedores chineses andavam orgulhosos de seu futebol feminino e deram o apelido "Rosa de Força" para as jogadoras.

Porém, nos últimos anos, devido à falta de jovens jogadoras e à má administração, o nível do futebol feminino chinês caiu muito e está atrás de outros bons times, como a Alemanha, o Brasil etc. Depois de ser eliminada pela Noruega nas quartas-de-final, a torcida chinesa se entristeceu, e a técnica da seleção chinesa, a sueca, Marika Domanski-Lyfors, também ficou muito decepcionada.

"Estou muito triste pelas meninas. Elas se esforçaram e jogaram muito melhor que as norueguesas, mas não conseguiram o resultado desejado. Mas, ainda vemos muitas coisas positivas, e técnica e taticamente, estou satisfeita", disse Domanski.

No passado, as jogadoras chinesas eram tidas como as melhores do mundo. Isso compensava suas frágeis condições físicas nas competições com as equipes americanas e européias. Mas agora, a vantagem técnica da seleção chinesa já não existe e, em comparação com as brasileiras, ainda é pior. Por isso, o time carece de competitividade diante dos adversários.

Analistas indicam que o futebol feminino chinês deve persistir no caminho da técnica em busca de sua revitalização, pois fisicamente não é possível competir com as européias e norte-americanas, e o excelente desempenho da seleção brasileira e da melhor jogadora do mundo, Marta, mostrou que o futebol técnico pode sobrepujar o futebol força.

Contudo, como explicitou Marika Domanski, houve muitas coisas positivas durante a Copa do Mundo. Primeiro, ela própria conseguiu a confiança dos torcedores chineses e das atletas. A jogadora que marcou o gol decisivo na vitória por 3:2 sobre a Dinamarca, Xie Caixia, não poupou elogios para a sueca.

"Antigamente, não tínhamos experiência e ficávamos muito nervosas em campo, especialmente quando tomávamos um gol. Mas Domanski sempre nos estimula ao dizer que levar um gol não é o fim do mundo, desde que não desista. E, hoje, eu fiz", afirmou.

   

Outro aspecto muito bom é o espírito de luta das jogadoras chinesas, qualidade reconhecida pelos torcedores chineses e pelos adversários. O técnico da Nova Zelândia, John Herdman, disse:

"Elas jogaram muito bem e mostraram sua qualidade moral. Acho que se elas mantiverem este espírito, serão cada vez melhores".

 
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