A responsável da Federação dos Portadores de Deficiência de Beijing, Zhao Chunluan, afirmou hoje (3) em Beijing que a causa desta população teve um desenvolvimento visível nos últimos anos e deve ser aperfeiçoada continuamente.
Beijing tem cerca de 100 mil portadores de deficiência, o que representa 6% da população total da cidade, envolvendo 2,6 milhões de famílias. Segundo Zhao, governos chineses de diferentes níveis investiram pesado nos últimos tempos, além de promover uma série de políticas, para melhorar a vida destas pessoas e garantir seus direitos. A causa dos portadores de deficiência viveu um crescimento notável.
"As políticas promovidas cobrem as áreas de seguridade social, emprego e garantia do direito de participar da vida social".
Como Zhao disse, Beijing elaborou o regulamento para a construção de instalações sem obstáculos para facilitar o transporte dos portadores de deficiência. Com a aproximação dos Jogos Paraolímpicos, a construção de tais instalações vem se acelerando.
"No setor de transporte, Beijing colocou à disposição 2.835 ônibus com base mais baixa e outros 600 veículos desenhados especialmente para os portadores de deficiência, com espaço para seis cardeiras de roda".
As entradas e saídas de várias linhas de metrô são equipadas com elevadores. Para atender às diferentes necessidades dos portadores de deficiência, Beijing montou uma equipe de táxis sem obstáculos.
Ainda de acordo com Zhao, a prefeitura de Beijing estabeleceu 150 "casas" para portadores de deficiência, onde eles recebem tratamento de recuperação, treinamento para empregos e participam de atividades culturais. Zhao disse:
"Os portadores de deficiência visual podem aprender técnicas. Muitos deles abrem suas lojas online. Essas casas fornecem também espaços para jogar ping-pong e tratamento psicológico, para que eles encarem de forma positiva as dificuldades que encontram na vida".
Chen Xiaojing é a mãe de uma criança com deficiência mental. Todos os dias ela envia sua criança para receber treinamento de recuperação, o que já trouxe efeitos positivos.
"Os professores os ensinam matemática, lavar roupa e cozinhar. O intuito, em princípio, é fazer as crianças conseguirem se cuidar. Muitas crianças até aprenderam a fazer uns trabalhos simples e recebem mensalmente remunerações".
Segundo Zhao Chunluan, as 150 "casas para portadores de deficiência" são ainda um projeto em teste. Com a acumulação das experiências, seu número deve crescer constantemente e o nível de serviço também se elevará.
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