A China criou, entre janeiro e setembro, 9,2 milhões de empregos nas áreas urbanas, quantidade que superou a meta anual de nove milhões, informou segunda-feira o Ministério do Trabalho e da Seguridade Social da China.
Até o fim de setembro, a taxa de desemprego urbano do país foi de 4%, uma baixa de 0,1 ponto percentual contra o mesmo período do ano passado, segundo o porta-voz do ministério Yin Chenji.
"A situação do trabalho continua estável em geral", disse Yin durante uma entrevista coletiva realizada segunda-feira em Beijing.
Cerca de 4,06 milhões de pessoas que conseguiram emprego eram desempregos e 1,1 estavam em desvantagem frente a muitos concorrentes devido a, por exemplo, idade, já que havia homens com mais de 50 anos e mulheres acima dos 40 anos, faixas etárias rejeitadas por muitos patrões. O ministério previu que doze milhões de moradores de centros urbanos serão empregados neste ano.
A China tem que criar aproximadamente dez milhões de postos de trabalho todos os anos. Em 2006, um total de 11,84 milhões de moradores dos centros urbanos chineses conseguiram trabalho. Trata-se do primeiro ano em que o número de empregados com esse perfil ultrapassou dez milhões em um período de doze meses.
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