O encontro entre George W. Bush e Dalai Lama, ontem (16) na Casa Branca, constituiu uma interferência violenta na política interna da China, à qual este país se opõe firmemente, afirmou hoje (17) o porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores Liu Jianchao.
Ele disse que a experiência já provou que o Dalai Lama é um refugiado político e separatista, sob o pretexto da religião. O encontro do presidente dos EUA George W. Bush com ele violou duramente o critério básico das relações internacionais e a emoção do povo chinês. A China já expressou grave insatisfação, e pediu que os EUA corrijam seus erros e cessem todas as formas de interferência na política interna do país.
Ele declarou que o Tibete é uma parte inalienável do território chinês, e que a China se opõe firmemente a qualquer tipo de interferência de qualquer país sobre a questão do Tibete, que é um assunto exclusivamente interno da China. A resolução do povo chinês para salvaguardar a soberania e a integridade do território da pátria é firme e inflexível, e todas as tentativas de interferir na política interna da China, com a questão do Tibete, estão condenadas à derrota.
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