| Dos mais de 70 milhões de membros do Partido Comunista da China (PCCh), cerca de 3 milhões trabalham em empresas não-públicas. Cada dia mais empresas adotam uma participação ativa na vida política do país.
Uma emenda aos Estatutos do PCCh feita durante o 16º congresso nacional do Partido há cinco anos permitiu pela primeira vez a filiação ao Partido de pessoas de outras camadas da sociedade além do funcionalismo público.
Em 2005, o governo chinês criou mecanismos para encorajar e orientar o desenvolvimento da economia não-publica. Desde então foram abertos à iniciativa privada os segmentos de bancos, seguros, cinema e aviação.
Atualmente, a proteção da propriedade privada e o apoio ao desenvolvimento da economia não-pública já estão incluídos na Constituição da China.
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