| Nos próximos anos, a China terá anualmente entre cinco e sete milhões de trabalhadores excedentes nas áreas rurais, mostra um documento publicado pelo Ministério da Agricultura da China.
Nos últimos anos, a China vem intensificado o apoio à transferência da mão de obra excedente dos campos e mais de 200 milhões de agricultores tem migrado para os setores não agrícolas. O movimento vem elevando a renda deste grupo social e sendo acompanhado pelas políticas de emprego dos trabalhadores migrantes e da legislação trabalhista.
O mesmo documento indica que o governo chinês vem se empenhando na prestação de serviços em relação aos empregos dos trabalhadores migrantes e na suas respectivas formações profissionais. O governo destinou mais de 1,2 bilhão de yuans para a formação e treinamento de 8,8 milhões de trabalhadores rurais desde 2004.
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