| Ontem, alguns países e organizações internacionais deram a conhecer declarações aplaudindo o Acordo de Meca chegado entre as principais fações da Palestina, mas os Estados Unidos e Israel adotaram uma atitude prudente a respeito.
A porta-voz da Chancelaria chinesa Jiang Yu deu os aplausos da parte chinesa ao Acordo de Meca e desejou a criação de um governo de coalizão nacional da Palestina e a retomada das negociações de paz entre a Palestina e Israel o quanto antes possível.
A Chancelaria russa considerou que o Acordo de Meca representa um passo importante e essencial em busca da unidade no seio da Palestina e da solução para a crise política palestina.
O secretário-geral da Liga Árabe Amr Mussa, o Egito, a França, a Alemanha, a Itália, bem como a Síria e Omã, também deram seus aplausos ao Acordo de Meca.
A porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, disse ontem em Washington, que a parte americana ainda não tinha lido o Acordo e precisaria, o que é mais importante, de tempo para avaliar os detalhes do documento.
A chanceler israelense Tzippi Livni, que está em Munique participando da conferência sobre as políticas de segurança, disse que Israel e a Palestina podem realizar a paz, mas os palestinos armados têm que pôr fim, em primeiro lugar, a seus atos de violência, e o abandono dos atos de violência e reconhecimento de Israel são indispensáveis para a realização da paz.
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