|
Vários países continuaram ontem reagindo sobre o lançamento de mísseis por parte da República Popular Democrática da Coréia (RPDC).
A Casa Branca afirmou que o teste de mísseis da RPDC foi "uma provocação" aos EUA, porém, não constituiu ameaça para os EUA. A secretária de Estado norte-americana Condoleezza Rice reiterou que o mecanismo de negociações do sexteto sobre a questão nuclear coreana é o único meio para resolver a questão.
O chefe do Gabinete do Japão Abe Shinzo anunciou que o governo japonês decidiu proibir, desde dia 5 último, a entrada de tripulação de navios da RPDC, e vai estudar as medidas a ser adotdas, inclusive sanções econômicas contra a RPDC.
O governo sul-coreano afirmou que vai solucionar o problema relacionado com o lançamento de mísseis pela RPDC por meios políticos e diplomáticos, e vai apelar à RPDC para retornar imediatamente às negociações do sexteto.
O Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia afirmou no mesmo dia que esta ação da RPDC complicou a questão nuclear coreana.
O ministro de Assuntos Exteriores da China Li Zhaoxing manteve no mesmo dia respectivas conversações telefônicas com os chanceleres dos EUA, Japão, Coréia do Sul e Austrália, trocando opiniões sobre o novo desenrolar da situação da Península Coreana. O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores da China Liu Jianchao conclamou as diversas partes a manterem calma e moderação, a fim de reagirem de uma maneira que favoreça à paz e estabilidade da Península Coreana e Nordeste da Ásia, e não adotarem as medidas que compliquem a situação regional.
|