Vamos conhecer uma moça que está frequentando o mestrado na Coréia do Sul. Ela se chama Qiulin. Na passagem do ano novo, ela não pode regressar para sua casa por causa dos estudos, por isso, nós ligamos para ela lhe dando nossos sinceros parabéns.
Qiu Lin possui uma trajetória bastante admirável. Ela é graduada pela faculdade de Direito da Universidade de Beijing, uma das melhores universidades da China. Depois do estudo, ela ganhou um emprego no jornal. Mas, apenas depois de alguns meses de trabalho, ela decidiu ir estudar no exterior. Ao falar sobre suas razões, Qiu nos contou: "Mesmo antes de começar a trabalhar, eu já tinha feito um estágio em um jornal. Mas, não fiquei satisfeita com esta vida tão cheia de compromissos. Ir estudar no exterior, além de adquirir mais um grau acadêmico, pude também observar com meus próprios olhos a vida dos estrangeiros, alargar minha visão de mundo e fazer amizades com pessoas de todos os países".
Para Qiu, o ano de 2005 será uma experiência inesquecível para toda a sua vida, porque este ano, ela, junto com seus colegas na Coréia, fizeram uma viagem de estudo para Paris. Como foi a primeira vez para ela esteve em terras Européias, ela sentiu muitas diferenças:
"Quando eu parti da França para a Holanda, o que me impressionou muito foi que não existe fronteira lá, tal como a gente viaja de uma província para outra na China, muito fácil. Na França, eu também conheci várias pessoas de outros países que viajavam ou trabalhavam ali, o intercâmbio entre países da Europa é muito mais comum do que em comparação com os países asiáticos".
Para nos dar uma noção sobre a vida na França, Qiu nos dá um exemplo muito interessante. Em Seul, para atravessar o cruzamento, as pessoas sempre correm em vez de andar, porque o semáforo muda rapidamente. Mas na França, elas gastaram quase uma tarde completa para almoçar em um restaurante, o que é inimaginável em Beijing ou em Seul. Na sua opinião, os franceses sabem como gozar da vida.
"Durante um mês de viagem, eu também fui a Haia, Bruxelas e Genebra. Quer na Europa, quer na Coréia, eu notei que muitos produtos são fabricados pela China. Quando fiz contato com advogados coreanos e franceses, percebi que de fato eles querem muito conhecer as leis da China. Além disso, os empresários que investem na China precisam também saber das leis da China. Por isso, para os estudantes chineses de Direito, é necessário concentrar a visão sobre esse fato".
Falta pouco para a nossa protagonista Qiu completar seus estudos na Coréia, e sobre a perspectiva do ano novo, ela disse:
"Em primeiro lugar, tenho que finalizar minha tese. Nunca pensei em trabalhar aqui na Coréia, embora aqui possa ganhar mais dinheiro. Trabalhar em países estrangeiros é só para enriquecer. Na China, eu tenho minha família, meus amigos, e quero os acompanhar. Acho que gozar da vida é a felicidade verdadeira".
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