Um grupo de cientistas chineses partiram hoje de Irkutsk, Rússia, para iniciar uma expedição científica no Lago Beikal, o lago de água doce mais profundo do mundo.
Segundo se informou, é a maior expedição científica conjunta da história entre a China e Rússia. Participaram um total de 43 cientistas e correspondentes dos dois países.
A área de pesquisas da atual expedição inclui a zoologia e o ambiente, a vida na água, o embiante no lago, a economia regional, a detenção remota e a informação geográfica do lago.
Segundo Tão Baoxiang, chefe da equipe chinesa, os cientistas dos dois países iniciaram uma expedição da superfície do lago de dois dias em agosto e se espera que todas as atividades estarão terminadas para fins deste mês.
O lago localiza-se no sul de Sibéria, com uma profundidade de 1620 metros, entre Irkutsk Oblast no noroeste e Buryatia no sudeste e foi incluído na lista dos patrimônios mundiais da UNESCO em 1996.
Para proteger o lago de uma maior contaminação por parte das duas fábricas de papel e outros, Rússia adotou uma lei especial em 1998 para protege-lo da maior contaminação e agora tornou-se uma reserva natural do país.
Com uma idade estimada entre 20 e 25 milhões de anos e uma área de 31500 kilômetros quadrados, o lago é considerado um dos lagos mais antigos do mundo.
Alimentado por 336 rios concorrentes, tais como Selenga, Barguzin e a Angara Maior, o lago tem um volume de cerca de 23000 quilômetros cúbicos ou 20% do total da água doce do mundo.
Completamente rodeado de montanhas, o lago contem 27 ilhas, a maior das quais é a Olkhon.
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