Foi inaugurado, recentemente, o 2º Fórum do Comércio do Leste Asiático com a finalidade de promover a cooperação e o intercâmbio econômico entre cidades do Leste Asiático. Funcionários governamentais e representantes empresariais procedentes de 8 cidades chinesas, 10 japonesas e 5 sul-coreanas discutiram sobre os principais problemas do desenvolvimento do livre comércio .
O assistente do ministro do comércio chinês, Fu Zili proferiu em seu discurso a importância da China, Japão e Coréia do Sul como os países de economia mais ativa no Leste Asiático. O PIB dos três países em 2003 ultrapassou 5600 bilhões de dólares americanos, ocupando importante posição na economia asiática e mundial. Os três países têm a complementaridade no setor de estrutura industrial e exigências de mercado, enquanto a cooperação econômica e comercial conta com uma ampla perspectivas de potencialidade.
Segundo Fu, desde a normalização das relações diplomáticas entre a China e o Japão há 32 anos e o estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e a Coréia do Sul há 12 anos, as relações econômicas e comerciais entre os países são cada vez mais estreitas. No ano passado, o Japão e a Coréia do Sul se tornaram respectivamente o primeiro maior e o quarto maior parceiro comercial da China. No mesmo ano, o Japão e a Coréia do Sul foram a quarta e a sexta maior origem de investimentos estrangeiros da China. Desde a década de 90 do século passado, estão cada vez mais estreitos os intercâmbios e cooperações entre as cidades avançadas economicamente chinesas, japonesas e sul-coreanas no setor de comércio, investimento, tecnologia e talento, tornando-se o novo exemplar do desenvolvimento econômico das regiões do Leste Asiático.
O secretário geral do Fórum Asiático Bo´ao, Long Yongtu fez um discurso de 25 minutos. Ele considerou que o processo de integração econômica do Leste Asiático desempenha um importante papel para o processo mundial. Sob a promoção do primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, os três países estão discutindo o acordo de cooperação de livre comércio. Ele sugeriu que empresas dos três países se esforcem por apoiar seus governos, a fim de acelerar o estabelecimento do processo de integração econômica e de livre comércio e determinar a orientação da cooperação econômica completa.
O consulado geral da Coréia do Sul em Shanghai assinalou que desde o estabelecimento das relações diplomáticas entre a China e a Coréia do Sul, o volume comercial aumentou de 6,3 bilhões de dólares americanos no início da aproximação para 63 bilhões de dólares americanos em 2003. Ele acredita que a China será o maior parceiro comercial da Coréia do Sul, ultrapassando os Estados Unidos. Atualmente, a Coréia do Sul aumentou os investimentos nas regiões do Delta do Rio das Pérolas. Somente em Wuxi, se reunem mais de 200 empresas sul-coreanas. Ele tem a convicção de que o fórum se torne uma boa oportunidade para a cooperação econômica intergovernamental dos três países.
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