A China está elaborando um regulamento sobre a proteção da relíquia da tumba de Qinshihuang, o primeiro imperador da dinastia Qin (221 ? 206 a.C.) deste país, onde foram descobertos o exército de guerreiros de terracota e muitas preciosidades do mesmo período dos Qin.
Segundo um funcionário da Administração das Relíquias Culturais da província do Shaanxi, há atualmente na zona da tumba de Qinshihuang três aldeias com mais de mil famílias camponesas bem como 24 sedes de instituições e empresas. Parte das relíquias da tumba encontra-se a apenas 30 e 40 centímetros da superfície da terra, situação esta possibilita grandes prejuízos para a preservação da relíquia.
O governo da província decidiu reforçar a sua proteção através da expropriação de terrenos e a emigração populacional para novas vilas.
Informa-se que serão construídos o museu da tumba de Qinshihuang, o parque da relíquia da tumba, os novos pavilhões de guerreiros de terracota e de funcionários civis da corte.
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