Brasil supera 203.500 mortos por COVID-19

Fonte: Xinhua Published: 2021-01-12 17:49:52
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O Brasil contabilizou 480 mortes causadas pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos pela pandemia a 203.580 segundo o balanço oficial divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Saúde.

Os dados atualizados do governo informaram também que foram registrados mais 25.822 novos casos de COVID-19, aumentando o total acumulado desde o início da pandemia no Brasil em fevereiro a 8.131.612.

Tanto as cifras desta segunda-feira como as de domingo, quando foram contabilizados 469 mortos e 29.792 infectados, são inferiores à média dos últimos dias porque nos finais de semana se costuma fazer menos testes para diagnosticar casos e se confirmam menos óbitos.

O Brasil é o segundo país do mundo em número de mortes pelo vírus, atrás dos Estados Unidos, e o terceiro em casos, superado apenas por EUA e Índia.

Atualmente, o país vive uma segunda onda da doença que tem levado a um aumento de casos e mortes desde dezembro. Na semana passada, o Brasil estabeleceu um novo recorde diário de casos (87.843) e registrou a maior quantidade de óbitos em um dia (1.524) desde o início da pandemia.

Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de casos acumulados por cada 100.000 habitantes é de 3.869, enquanto a de mortos é de 97 a cada 100.000 habitantes.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, até a noite desse domingo, o país registrou uma média de 1.016 mortes diárias durante a última semana, a maior em cinco meses e 65,7% mais alta que nos 14 dias anteriores.

Por sua vez, a media de casos até domingo foi de 53.250 por dia durante a última semana, um recorde desde que se começou a medir os dados e alta de 54% em relação ao registro dos 14 dias anteriores.

O Brasil vive a expectativa do início da vacinação contra a COVID-19 no país. Nesta segunda-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), afirmou que começou a analisar os pedidos para o uso emergencial das vacinas fabricadas pela chinesa Sinovac junto com o Instituto Butantan de São Paulo e a da farmacêutica britânica AstraZeneca junto com a Universidade de Oxford.

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